domingo, 4 de julho de 2010

Pessoas nunca mudam..


eu não queria ter que voltar pra cá..

mas aqui é o meu refúgio..

aqui eu escrevo o que eu quero... é como se eu fosse a autora do meu destino.. como se... tudo estivesse aos meus pés, e eu pudesse dar ênfase a parte da história que eu quisesse.. pois aqui eu sou a autora..


Incrível como quando eu penso que aprendi, vejo que não aprendi nada..

Continuo a mesma molenga de semore..

Continuo sofrendo com besteira...

Continuo sentindo coisas que não deveria sentir..


Sinto que meu blog, é uma coisa repetitiva.. Sempre sobre o mesmo aspecto.. Sempre sobre a mesma perspectiva triste e fúnebre.. na vulgar esperança de uma luz no fim do túnel...

Afinal, de que adianta se entregar, se não existe para que se entregar?

De que adianta, lutar quando a batalha foi perdida e a guerra acabou?

Corriqueiro demais? Clichê de mais? Desculpe, sou assim.


Acho que todos esqueceram desse blog, assim como eu tinha decidido esquecer dele.. Mas ele sim faz parte de mim.. E desculpe a linguagem chula e banal e sem escrúpulos que vou usar agora, mas, estou pouco me FODENDO para que lê e quem não lê. Afinal, não pedi pra uns e outros virem aqui. Então se incomoda, desculpe, feche a janelinha no 'x' ou aperte 'esc' .


Amizade não existe, vamos ser francos. Amor não existe. Pelo menos, aqui, não.

Se procura um texto cortês romântico, esqueça. Se acha que está na Era Bayron, lendo o meu blog, bem vindo, me sinto como um dos poetas, menos inteligente e conhecedora da norma culta, mas me sinto como eles.


Perdi a prática de escrever... Mas quer saber? Foda-se =].

Toda vez que procurar em mim, um motivo pra continuar a sorrir e pensar: "poxa, alguém se importa comigo, vou falar com essa pessoa".; esqueça.. não estarei mais tão receptiva e não agradarei como antes.

Acho que posso estar falando com o furor da raiva que me consome, do amor que transborda por não encontrar um outro vaso pra ser despejado... Mas espero que dessa vez, o caldo entorne por completo e eu não volte a amolecer.


Estou atrasada, pois a vida continua, tenho poucos amigos que me dedico e no momento eles esperam que não me atrase para compromissos.

Relaxem, agora voltarei aqui sempre, queridos pensamentos que me afligem.

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